segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Cebola caramelizada com molho shoyu

Semanalmente posto aqui as receitas de um instagram que gosto muito, o @cozinhadoedu



Cebola caramelizada com molho shoyu
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👨🏻‍🍳 Ótima opção para acompanhar carnes e sanduíches. Dá uma turbinada no prato e super prático de preparar. Anota a receita aí:
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Receita:
✔️Corte a cebola (usei roxa) em meia lua;
✔️Aqueça uma panela e junte manteiga e as cebolas cortadas;
✔️Deixe em fogo baixo e vai mexendo até murchar bem;
✔️ Acrescente uma Pitadinha de sal;
✔️Quando já estiverem murchas, acrescente um pouquinho de açúcar mascavo;
✔️Junte também molho shoyu light à gosto.
✔️ Prontinho, só servir!
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♦️Dica
✔️Não corte as cebolas muito finas para não queimarem;

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Risoto de frango com pequi

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Risoto de frango com pequi
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👨🏻‍🍳Esse é o prato que preparamos juntos nos stories. Adorei a experiência, vou deixar o passo a passo salvo nos destaques e em breve atualizo a receita aqui também. Quero saber o que vocês acharam 😋😋
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Receita:
✔️Caldo: Refogue cenoura picada, cebola, cebolinha, cebola, e outros temperos de sua preferência com um pouquinho de azeite. Coloque alguns caroços de pequi (ou lascas), junte água e deixe ferver, não é necessário temperar;
✔️Em uma panela refogue cebola e alho, junte os caroços de pequi. Misture bem e acrescente um pouco de água. Deixe cozinhar bastante até a polpa começar a se soltar do fruto (se for usar as lascas em conserva não é necessário esse passo);
✔️Em outra panela refogue bastante cebola picadinha e posteriormente alho picado;
✔️Junte o frango em cubos já temperado (uso sal, pimenta do reino e páprica picante). Refogue bastante até ficar bem dourado;
✔️Coloque o arroz arbóreo e misture bem;
✔️Adicione palmito picado;
✔️Junte o pequi cozido (ou as lascas de pequi em conserva) e misture;
✔️Regue com um pouco do caldo de legumes peneirado e misture bem, sempre que tiver secando coloca mais um pouco. Aos poucos e mexendo sempre;
✔️Junte duas colheres de sopa de creme de pequi para deixá-lo mais cremoso e com uma cor mais viva;
✔️Quando o arroz estiver cozido, junte um pouco de queijo parmesão e uma colher de sopa de manteiga de leite. Misture bem, desligue o fogo e deixe a panela tampada por uns minutinhos;
✔️Finalize com queijo parmesão ralado e cebolinha picada.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Wrap integral com salmão e molho de hortelã

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Nesse caso, eu que deia idéia do prato e auxiliei na foto.



Wrap integral com salmão e molho de hortelã
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👨🏻‍🍳Mais uma dica de receita saudável pra fazer na quarentena sem abrir mão do sabor
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Receita:
✔️Doure levemente lascas de salmão na frigideira com um pouquinho de azeite e manteiga. Reserve;
✔️Aqueça uma folha de wrap em frigideira antiaderente (usei da marca @wickbold);
✔️Coloque-o sobre uma superfície lisa;
✔️Coloque duas fatias de queijo muçarela ou outro de sua preferência;
✔️Coloque as lascas de salmão por cima;
✔️Junte cenoura ralada, alface e tomate picado (tempere com sal e pimenta do reino);
✔️Enrole apertando o recheio para ficar bem firme;
✔️Sirva com molho de hortelã (usei molho pronto Tar & Tar)

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Brownie Low carb


Receita elaborada por uma grande amiga de longa data, a professora de Yoga Claudia Sabbag. Vale a pena se inscrever no canal dela. Sempre postando receitas com comida de verdade, nutritivas e saborosas.

Ingredientes:
5 ovos
100g de ghee (manteiga clarificada sem lactose)
100g de chocolate de sua preferência
1/2 xícara de xilitol
20g de stevia com baunilha
1/2 xícara de oleaginosa de sua preferência
1 pitada de sal
1 colher de café de fermento químico p/ bolo
1 colher de café rasa de bicarbonato de sódio

Modo de preparo:
Pré-aqueça o forno a 180ºc
Misturar a ghee ao chocolate e levar ao banho maria
Aguardar a mistura derreter
Adicionar à mistura os ovos um a um
Adicionar, em sequência, o sal, o xilitol, a stevia, o bicarbonato, fermento, farinha de amêndoa e a castanha (ou outra oleaginosa).
Coloque a mistura em uma forma com papel manteiga
e leve ao forno por 20 a 25 minutos

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Batatas rústicas assadas

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Nesse caso, eu que deia idéia do prato e auxiliei na foto.



Batatas rústicas assadas
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👨🏻‍🍳 Batata é sempre um excelente acompanhamento né? Seja em purê, frita, cozida, assada... Dessa forma fica com uma casca sequinha e macia por dentro, o segredo é caprichar nos temperos.
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Receita:
✔️Lave bem as batatas, não é necessário retirar a casca;
✔️Cozinhe as batatas rapidamente para dar uma amolecida;
✔️Corte as batatas na metade e cada metade novamente ao meio;
✔️Tempere as batatas com bastante azeite e também sal, pimenta, páprica picante, chimichurri, tomilho e outros de sua preferência;
✔️Disponha as batatas em uma assadeira, afastadas uma da outra;
✔️Asse em forno alto pré aquecido até ficarem bem douradas
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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Fatores de risco modificáveis que podem auxiliar na prevenção de demências

Modificar 12 fatores de risco ao longo da vida pode retardar ou prevenir 40% dos casos de demência, sugere novo relatório. A publicação é uma atualização da Lancet Commission on Dementia Prevention, Intervention, and Care.

O texto original, publicado em 2017, identificou nove fatores de risco modificáveis que estimava-se que fossem responsáveis por um terço dos casos de demência. Nesta atualização a comissão acrescentou três fatores de risco modificáveis à lista.

"Nós reconvocamos a Lancet Commission on Dementia Prevention, Intervention, and Care de 2017 para identificar evidências de avanços que provavelmente terão o maior impacto desde nosso artigo de 2017", escreveram os autores.

O relatório de 2020 foi apresentado na Alzheimer's Association International Conference (AAIC) de 2020, que foi apresentada on-line por causa da pandemia de covid-19. O trabalho também foi publicado on-line em 30 de julho no periódico The Lancet.

Álcool, TCE e poluição

Os três novos fatores de risco acrescentados na atualização foram: consumo excessivo de álcool, traumatismo cranioencefálico (TCE) e poluição atmosférica.

Os nove fatores de risco originais eram: educação secundária incompleta; hipertensão; obesidade; perda auditiva; tabagismo; depressão; sedentarismo; isolamento social; e diabetes.

Estima-se que, juntos, esses 12 fatores de risco sejam responsáveis por 40% dos casos de demência no mundo.

"Nós sabíamos em 2017, quando publicamos nosso primeiro relatório listando os nove fatores de risco, que eles eram apenas parte da história e que vários outros fatores provavelmente estavam envolvidos", disse ao Medscape a primeira autora, Dra. Gill Livingston, médica e professora da University College London, no Reino Unido. "Nós agora temos mais dados publicados, com evidências suficientes" para justificar o acréscimo desses três fatores à lista, ela disse.

O relatório contém as nove seguintes recomendações para legisladores e indivíduos prevenirem o risco de demência na população em geral:

Manter a pressão arterial sistólica ≤ 130 mmHg a partir dos 40 anos de idade.
  • Incentivar o uso de aparelhos auditivos diante da perda auditiva, e reduzir a perda auditiva por meio da proteção dos ouvidos em relação a sons de alta intensidade.
  • Reduzir a exposição à poluição atmosférica e ao fumo passivo.
  • Prevenir a ocorrência de traumatismo cranioencefálico, focando particularmente em profissões de alto risco e nos meios de transporte.
  • Prevenir o abuso de álcool e restringir o consumo a menos de 21 unidades por semana.
  • Parar de fumar e ajudar outras pessoas a pararem de fumar – o que os autores destacam ser benéfico em qualquer idade.
  • Fornecer educação primária e secundária para todos.
  • Levar uma vida ativa na meia-idade (e depois dela).
  • Reduzir a obesidade e o diabetes.
O relatório também resume as evidências que dão suporte aos três novos fatores de risco de demência.

A traumatismo cranioencefálico costuma ser causado por acidentes de carro, moto ou bicicleta; participação em guerras ou manobras militares; prática de boxe, hipismo e outras atividades recreativas; uso armas de fogo; e quedas. O relatório observa que um único traumatismo cranioencefálico grave está associado em humanos e camundongos a uma doença com disseminação de tau hiperfosforilada.

O texto também cita vários estudos nacionais nos Estados Unidos que mostram que o traumatismo cranioencefálico está associado a aumento do risco de demência em longo prazo.

"Nós não estamos aconselhando que os esportes não sejam praticados, visto que fazê-lo é algo saudável. Mas estamos pedindo às pessoas que tomem precauções para se protegerem de forma adequada", disse a Dra. Gill.

Quanto ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o relatório informa que "estão surgindo cada vez mais evidências sobre a complexa relação entre o álcool e os desfechos de cognição e demência provenientes de diversas fontes, como detalhados estudos de coorte e grandes estudos analisando informações de bancos de dados".

Um estudo Francês, que incluiu mais de 31 milhões de indivíduos hospitalizados, mostrou que os transtornos por uso de álcool foram associados a um aumento de três vezes do risco de demência. No entanto, outros estudos sugeriram que um consumo moderado de álcool pode ser protetor.

"Nós não estamos dizendo que beber é ruim, mas estamos dizendo que é ruim beber mais de 21 unidades por semana", observou a Dra. Gill.

Quanto à poluição atmosférica, o relatório observa que, em estudos com animais, foi mostrado que partículas poluentes no ar aceleram processos neurodegenerativos. Além disso, pesquisas anteriores demonstraram que concentrações elevadas de dióxido de nitrogênio (partículas finas presentes no ambiente resultantes da exaustão do tráfego e da queima residencial de madeira) estão associadas ao aumento da incidência de demência.

"Embora seja necessária uma política internacional para redução da poluição atmosférica, as pessoas podem tomar algumas atitudes para reduzir o próprio risco", disse a Dra. Gill. Por exemplo, ela sugeriu evitar caminhar próximo a ruas com tráfego intenso e preferir caminhar "em ruas mais afastadas, se possível".

Perda auditiva

Os pesquisadores avaliaram o quanto cada fator de risco contribui para a demência, o que foi expresso pela fração atribuível populacional (FAP). A perda auditiva teve o maior efeito, respondendo por estimadamente 8,2% dos casos de demência. A seguir, vieram o baixo grau de instrução em jovens (7,1%) e tabagismo (5,2%).


A Dra. Gill observou que as evidências de que a perda auditiva é um dos fatores de risco de demência mais importantes são muito fortes. Novos estudos mostram que corrigir a perda auditiva com aparelho acaba com qualquer aumento do risco.

A perda auditiva "tanto tem um elevado risco relativo de demência como é um problema comum, contribuindo então com uma quantidade significativa de casos de demência. Isso é algo que de fato podemos reduzir de forma relativamente fácil ao incentivarmos o uso de aparelhos auditivos. Eles precisam se tornar mais acessíveis, mais confortáveis e mais aceitáveis", ela disse.

"Isso pode fazer uma grande diferença na redução de casos de demência no futuro", acrescentou a Dra. Gill.

Outros fatores de risco cujas evidências estão cada vez mais fortes desde a publicação do relatório em 2017 são pressão arterial sistólica alta, interação social e acesso a educação no início da vida.

A Dra. Gill observou que o ensaio clínico SPRINT MIND mostrou que estabelecer 120 mmHg como alvo para a pressão arterial sistólica reduziu o risco de declínio cognitivo leve no futuro.

"Antes, acreditávamos que o alvo fosse < 140 mmHg, mas agora estamos recomendando < 130 mmHg para reduzir os riscos de demência", ela disse.

Evidências sobre interação social "têm sido muito consistentes, e agora temos mais certeza disso. Hoje está bem estabelecido que aumentar a interação social na meia-idade reduz a ocorrência de demência mais tarde", disse a Dra. Gill.

Sobre os benefícios da educação nos jovens, ela pontuou que já se sabe há algum tempo que a instrução de indivíduos com menos de 11 anos de idade é importante para reduzir a demência no fim da vida. No entanto, agora pensa-se que a instrução até os 20 anos de idade também faça diferença.

"Embora manter o cérebro ativo quando se é mais velho tenha alguns efeitos positivos, aumentar a atividade cerebral em pessoas jovens parece ser mais importante. Isso provavelmente se deve à maior plasticidade do cérebro no jovem", disse.

Sono e alimentação

Dois fatores de risco que não entraram na lista foram alimentação e sono.

"Embora muitos dados tenham sido publicados sobre nutrição e sono em relação à demência nos últimos poucos anos, nós não achamos que se acumulou evidências suficientes para incluí-los na lista de fatores de risco modificáveis", disse a Dra. Gill.

O relatório cita estudos sugerindo que, tanto o excesso como a falta de sono estão associados a aumento do risco de demência, o que, segundo os autores, não faz "sentido em termos biológicos".

Além disso, outros fatores de risco subjacentes relacionados com o sono, como depressão, apatia e diferentes padrões de sono, podem ser sintomas de demência precoce.

Mais dados foram publicados sobre alimentação e demência, "mas não existe um déficit de vitaminas individual associado a doença. As evidências são claras sobre isso", disse a Dra. Gill.

"Dietas como a Mediterrânea ou Nórdica provavelmente podem fazer diferença, mas não parece haver nenhum elemento em particular que seja necessário", observou ela.

"Nós apenas recomendamos manter uma alimentação saudável e um peso adequado. A dieta está muito conectada a circunstâncias econômicas, então é muito difícil de separá-la como um fator de risco. Nós achamos que está associada, mas não estamos suficientemente convencidos para colocá-la no modelo", acrescentou a pesquisadora.

Dentre as outras importantes informações disponibilizadas desde 2017, a Dra. Gill destacou novos dados mostrando que a demência é mais comum em populações menos privilegiadas, incluindo negros e grupos étnicos minoritários, e em países de baixa e média rendas.

Embora a demência seja tradicionalmente considerada uma doença de países de alta renda, agora foi mostrado que esse não é o caso.

"Pessoas em países de baixa e média rendas estão vivendo mais tempo, e assim evoluindo mais com demência, e elas têm maiores taxas de muitos outros fatores de risco, incluindo tabagismo e baixo grau de instrução. Existe um grande potencial para prevenção nesses países", disse a Dra. Gill.

Ela também destacou novas evidências mostrando que pacientes com demência não evoluem bem quando admitidos no hospital. "Então precisamos fazer mais para mantê-los bem em casa", ela disse.

Recomendações sobre covid-19

O relatório também tem uma seção sobre a covid-19. O documento indica que pacientes com demência são particularmente vulneráveis à doença por conta da idade, presença de múltiplas comorbidades e dificuldade de manter o distanciamento social.

Certidões de óbito registradas no Reino Unido indicam que demência e doença de Alzheimer foram as doenças subjacentes mais comuns, presentes em 25,6% de todos os óbitos envolvendo a covid-19.
A situação é particularmente preocupante em casas de repouso. Em um estudo norte-americano, pessoas com demência institucionalizadas corresponderam a 52% dos casos de covid-19 e contabilizaram 72% de todos os óbitos (aumento do risco de 1,7), de acordo com a comissão.

Os autores recomendam medidas de saúde pública rigorosas, como equipamento de proteção individual e higiene, não mover a equipe ou os residentes entre diferentes lares e não admitir novos residentes caso o status para covid-19 não tenha sido identificado. O relatório também recomenda que as equipes sejam testadas com regularidade e o fornecimento de oxigenoterapia domiciliar para evitar hospitalizações.
Também é importante reduzir o isolamento ao fornecer o equipamento necessário para os familiares, e oferecer um breve treinamento sobre como protegerem a si próprios e aos outros da covid-19, assim eles podem visitar seus parentes com demência em instituições com segurança quando for permitido.

"Revisão mais abrangente até o momento"

A Alzheimer's Research UK elogiou o novo relatório. "Essa é a revisão mais abrangente sobre risco de demência até o momento, construída com base no trabalho prévio da comissão e seguindo adiante", disse a Dra. Rosa Sancho, Ph.D., chefe de pesquisa da instituição filantrópica.

"Esse relatório destaca a importância de agir no âmbito pessoal e das políticas públicas para reduzir o risco de demência. Com o Alzheimer's Research UK's Dementia Attitudes Monitor mostrando que apenas um terço das pessoas acreditam ser possível reduzir o próprio risco de demência, claramente existe muito a ser feito para aumentar a conscientização das pessoas sobre as medidas que podem ser tomadas", disse a Dra. Rosa.

Ela acrescentou que, embora não exista "uma forma certeira de prevenir a demência", a melhor maneira de manter o cérebro saudável conforme ele envelhece é o indivíduo permanecer física e mentalmente ativo, ter uma alimentação balanceada, não fumar, beber dentro dos limites recomendados e manter o peso, os níveis de colesterol e a pressão arterial dentro dos conformes. "Diante da ausência de tratamentos capazes de desacelerar ou impedir a demência, ações para reduzir esses riscos são parte importante da nossa estratégia para enfrentar a doença", disse a Dra. Rosa.

A Lancet Commission é apoiada pelo University College London, pela Alzheimer's Society UK, pelo Economic and Social Research Council e o Alzheimer's Research UK, que financiaram passagens, acomodações e alimentação para o encontro da comissão, mas não tiveram participação na redação do documento ou na decisão de submetê-lo para publicação.

Primeiro de Setembro - Dia do Médico Endocrinologista e do Profissional da Educação física

Ontem foi comemorado o dia desses dois grandes profissionais. E é uma honra pra mim homenagear ambos. Minha relação com a Endocrinologia é antiga. Metade da minha faculdade eu quis ser Endocrinologista. Meu currículo quase todo durante a graduação foi pautado em publicar trabalhos relacionados à área de Endocrinologia. Minha monografia durante a graduação foi com tema de endocrinologia. E a da pós de Nutrologia também foi de forma indireta relacionadas à Endocrinologia (Vitamina D e Diabetes mellitus).

Admiro muito endócrino, gosto de estudar fisiologia hormonal, mas como Nutrólogo não me sinto seguro e muito menos habilitado para prescrever hormônios. Bato sempre nessa tecla, pois acho que devemos respeitar quem tanto estuda determinado assunto. Consigo fazer investigações de déficits? Sim, mas a prescrição acho que deve ser reservada ao endocrinologista. Tenho grandes amigos endocrinologistas e trabalho em parceria com eles. Acho endócrino legal, mas minha paixão é a Nutrologia. Eu gosto de estudar doenças Nutricionais. Prescrever Nutrientes e acompanhar o quão fabuloso é o impacto dos nutrientes na saúde humana. 

O Endocrinologista é o profissional que estuda as pequenas substâncias que regem a humanidade rs. O Nutrólogo é o médico que estuda as pequenas substâncias que nutrem os seres vivos. Ambos se complementam. 

Graças a Deus que consigo trabalhar em harmonia com a maioria dos endocrinologistas que atendem meus pacientes.Dizem as más línguas que Endócrino não gosta de Nutrólogos. Talvez porque muitos Nutrólogos invadam a área da Endocrinologia ou por pura ignorância, da real função do Nutrólogo. Já que hoje, criou-se um mito de que a função do Nutrólogo é tratar obesidade, hipertrofia muscular e prescrever hormônios. Grande engano! Obesidade corresponde a apenas uma parcela das doenças que tratamos. Muitos Nutrólogos como eu, sequer tratamos a parte de hipertrofia muscular em indivíduos saudáveis ou trabalhamos com melhora de performance em atletas. Tem Nutrólogo para todos os gostos.

Já os profissionais da Educação física arrumam "confusão" com médicos Ortopedistas, Físiatras, Médicos do Esporte e até mesmo com Nutrólogos. Mas nós não vivemos sem o trabalho de vocês. Eles são peça fundamental nesse quebra-cabeça que é a busca por mais vitalidade, funcionalidade e saúde. Auxiliam na reabilitação, prevenção e tratamento de inúmeras doenças. Valorizem-se cada dia mais, é essa a dica que dou para vocês. Tenho uma admiração pelo trabalho de vocês e por isso o meu Nutricionista (Rodrigo Lamonier) que atende junto comigo, também é graduado em Educação Física. Assim ele consegue orientar melhor nossos pacientes quando o assunto é atividade física. 


Parabéns a esses profissionais !