terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Quando engordamos ganhamos mais células de gordura, mas quando emagrecemos diminuímos apenas o tamanho delas (esvaziamos)


Ano passado, assisti uma excelente aula do pesquisador sueco Mikael Ryden, que explicou suas amplas pesquisas na biologia do tecido adiposo branco (a boa e velha gordura) e como diferenças individuais na capacidade de quebrar a gordura (lipólise) podem explicar porque algumas pessoas têm mais facilidade de ganhar peso ao longo dos anos que outras, principalmente mulheres.

Porém, ele também apresentou um dado importante e que explica porque a obesidade é unidirecional, isto é, populacionalmente, pessoas com peso “normal” ou com sobrepeso podem engordar, mas dificilmente alguém com obesidade volta a um IMC “normal” (ao menos que faça um programa específico de perda de peso e mesmo assim as taxas de recuperação de peso são muito altas).

Basicamente, ao comermos mais calorias que gastamos, ganhamos peso aumentando o número de células de gordura. Porém, ao perder peso, estas células não “desaparecem”, apenas reduzem de tamanho, e permanecem aptas para voltarem a crescer; além disso, as células de gordura secretam um hormônio chamado leptina, que reduz a fome e aumenta o gasto energético. 

Quando produzimos mais células, a leptina aumenta, mas o corpo passa a se tornar menos sensível a ela. Porém, ao emagrecermos, a rápida redução da leptina manda sinais para o corpo para comeross mais e reduzirmos o gasto, facilitando a recuperação do peso.

Por isso, a importância de entendermos a obesidade como doença crônica, em que os esforços para manter o peso perdido devem ser tão ou mais intensos que para perder peso; e que apenas “foco, força e fé”, como muito vejo em postagens, não são suficientes para um bom resultado

Autor: Dr. Bruno Halpern - Médico Endocrinologista

Fonte: https://www.facebook.com/DrBrunoHalpern/photos/a.1225419254255189/2065001760296930/

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Açúcar mascavo, demerara, light: É tudo açúcar, vai aumentar sua glicemia



Por vezes, ao perguntar a pacientes sobre o hábito de comer açúcar e doces, recebo como resposta: “como apenas mascavo”, ou demerara ou orgânico, como se isso fosse, de alguma forma, mais saudável. A diferença real, no entanto é mínima.

Por mais que alguns açúcares sofram menos refinamento que outros e possam conter mais minerais, a quantidade absoluta de açúcar puro que consumimos (baixa) não permite que esses minerais a mais façam qualquer diferença em saúde. Em termos calóricos também, não há qualquer diferença e mesmo que algum possa ser mais doce e, portanto, necessitar doses menores, ainda assim a diferença é mínima. Além disso, a própria ideia de que um tipo de açúcar pode ser mais saudável, ou que “engorda menos” pode levar a um consumo mais liberado, aumentando a quantidade total consumida e, portanto, um efeito contrário ao desejado.

Reduzir consumo de açúcar livre é fundamental para reduzir o aporte calórico, já que é um ingrediente calórico e com pouco poder de saciedade. Trocar por adoçantes não calóricos (embora haja críticas a eles devido a alguns estudos mecanísticos, as evidências de malefícios são ainda muito controversas e há estudos que demonstram q a troca de açúcar por adoçante melhora indicadores de saúde no curto e médio prazo) ou buscar não adoçar líquidos sempre serão opção melhor. 

Lembre-se também que quanto mais doce consome, mais vontade de consumir você tem, criando um circulo vicioso difícil de sair. Trocar um açúcar por outro é trocar seis por meia dúzia. Sem efeitos benéficos claros e ainda com o risco de você se enganar achando q está tomando a decisão correta. 


Autor: Dr. Bruno Halpern - Médico Endocrinologista

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Bolo de macaxeira com coco


Receita elaborada por uma grande amiga de longa data, a professora de Yoga Claudia Sabbag. Vale a pena se inscrever no canal dela. Sempre postando receitas com comida de verdade, nutritivas e saborosas.

Ingredientes:

4 xícaras de mandioca/macaxeira crua e ralada no ralo grosso
2 xícaras e meia de coco ralado no ralo grosso
100 ml de leite de coco
5 colheres de sopa de xilitol (pode substituir por açúcar se quiser)
Pitadas de canela, cravo moído e noz moscada
1 xícara cheia de queijo sem lactose
5 ovos
3 colheres de sopa de manteiga ghee
2 colheres de sopa de farinha de coco
1 pitada de sal
20 cotas de estévia
1 colher de sopa de fermento químico para bolo

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Exercício físico ajuda realmente a emagrecer? Por Dr. Bruno Halpern


Essa é uma máxima fundamental no tratamento da obesidade, que precisa ser bem compreendida.
Quando falamos q o exercício físico regular é fundamental num tratamento, alguns imaginam q, ao iniciá-los, terão #perdadepeso rápida, e ao não ver isso, se frustram e o largam ou acreditam ter metabolismo lento.

O q vários estudos mostram, no entanto, é q o exercício físico costuma ter um impacto imediato limitado, e a perda de peso inicial tem mais relação com a restrição calórica.

Claro q o tipo e frequência do exercício também importam, mas meu comentário é mais geral pois vários estudos com diferentes tipos de exercício tendem a mostrar resultados similares. Claro também q o exercício pode ser motivador: se se sente melhor fazendo, melhora inclusive o padrão da alimentação.

De toda forma, se é possível, como disse, emagrecer sem exercício, é muito difícil manter o peso sem ele. E manter o peso é exatamente a parte mais difícil é mais duradoura do tratamento.
Com exercícios, você melhora sua composição corporal e, ao ter mais músculos, terá também um gasto metabólico maior, além, é claro, do gasto energético do próprio exercício e também porque ser fisicamente ativo melhora nossos sistemas internos de saciedade (um assunto complexo, tema de um outro post), além de permitir sempre novas motivações.

Estudos mostram que cerca de 90% das pessoas bem-sucedidas em manter o peso no longo prazo são fisicamente ativas (média de 300min/semana ou pelo menos o dobro do que se fazia antes do tratamento) e que o grau de exercício prediz aqueles com menores recuperações de peso no longo prazo. Mais: quando perguntados, os 10% que não são fisicamente ativos, respondem que compensam a falta de exercício com um controle alimentar absoluto, sem exceções em festas, férias e afins (imagino q a maioria não queria fazer parte desse grupo). Além disso, muitos dos benefícios do exercício na saúde também são independentes da perda de peso.

Assim, mesmo q o exercício não induza uma perda rápida, quanto antes de começar, mais chance de incorporar como rotina no longo prazo! 

Autor: Dr. Bruno Halpern - Médico Endocrinologista

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Por que fazer Psicoterapia é tão importante?

Anteontem estava comentando com o Rodrigo Lamonier (o nutricionista que atende os pacientes comigo) sobre a quantidade de pacientes com transtornos emocionais que temos recebido durante a pandemia. Não que a gente não recebesse esse tipo de paciente, mas a pandemia intensificou. Tem sido muito raro algum paciente que eu não encaminho para a terapia (inclusive tenho uma vasta lista de excelentes profissionais que indico em Goiânia – Psicólogos e Psiquiatras): https://www.nutrologogoiania.com.br/profissionais-que-indico/ ).

A pergunta que fica é: Esses transtornos vem aumentando a prevalência na população brasileira ou foi apenas uma exacerbação decorrente da pandemia ?

Acredito que a prevalência tem aumentado consideravelmente devido as mídias digitais, combinado com o surgimento da pandemia.

Por um período da minha vida profissional eu me recusei a atender no consultório pacientes com alguns transtornos psiquiátricos, por trauma de ter perdido meu pai decorrente de um tratamento errôneo de transtorno bipolar. Então apesar de gostar muito de psiquiatria (quase fiz residência de Psiquiatria) eu não me sentia seguro em receber esses pacientes. Tinha uma falsa crença que eu tinha que trazer resolutividade pros casos, mesmo naqueles que não queriam fazer acompanhamento com Psiquiatra e Psicólogos.

E por ironia do destino, o que mais tenho recebido no consultório, além dos clássicos pacientes com transtornos do aparelho digestivo e intolerâncias alimentares, veio uma leva grande de pacientes com sintomas ansiosos, depressivos, síndrome do pânico, transtorno bipolar e Burnout (principalmente em profissionais da área da saúde e área de segurança).

Vários fatores tem contribuído para surgimento principalmente de transtornos ansiosos e depressivos. Ninguém fica ansioso ou deprimido de um momento para outro, sem um motivo. Na verdade é uma soma de motivos e muitas vezes combinadas com fatores nutricionais e do estilo de vida. Algumas doenças podem ter como manifestação aumento da ansiedade (como no hipertireoidismo) ou rebaixamento de humor (hipotireoidismo, Alzheimer, Parkinson).

Há comprovação científica de que diversos genes podem predispor ao surgimento de transtornos mentais como ansiedade e depressão. E eles são passados de pais para filhos, independente da criação. Estudos com gêmeos mostram isso. Existe uma correlação entre genética e transtorno bipolar, transtorno de déficit de atenção depressão.

Traumas precoces: eventos como abusos sexuais, abusos morais, negligência, violência física ou psicológica podem deixar marcas principalmente quando o0corridos na infância e adolescência, sendo decisivos para o surgimento de transtornos mentais na vida adulta.

Estresse crônico: O ritmo acelerado de trabalho, estudos, exposição a informação através de redes sociais, cobranças e responsabilidade geram uma carga alta de estresse e exaustão mental. Essa exaustão pode reduzir nossa capacidade de manejar esse estresse e com isso deflagrar alguns transtornos mentais. Por isso a terapia é tão importante, pois somente quando se fala do problema e arrumamos soluções para lidar com eles é que ele pode não ser tão deletério. Falar é terapêutico.

Estresse agudo: Não estamos imunes a sofrer, teremos perdas a qualquer momento, seja a morte de ente querido, uma desilusão amorosa, uma separação, um desemprego, queda do padrão de vida. Esses eventos podem ser mais ou menos traumáticos, dependendo da personalidade de cada indivíduo. E esses eventos estressantes agudos, também podem ser gatilhos para transtornos mentais. Mais uma vez saliento: falar é terapêutica. Descobrir ferramentas de como lidar com esse estresse agudo pode minimizar a intensidade dos transtornos ou até evitar o surgimento.

Essa confluência de fatores podem então favorecer o surgimento de tais transtornos psiquiátricos. Combinado a isso ainda temos déficit de nutrientes que podem interferir na formação (síntese) de neurotransmissores como serotonina, dopamina, gaba, noradrenalina.

Associe a isso, alterações na microbiota intestinal, exposição crônica a diversos poluentes, excesso de exposição à luz artificial, privação de sono, excesso de estímulos visuais e sonoros.

Não gosto de ser pessimista, mas o cenário é sombrio e talvez aquela frase que há algum tempo alguns médicos diziam: “depressão é o mal do século”, pode se tornar verdade.

Então, mais do que dicas nutricionais, se eu pudesse dar uma dica para você que está lendo esse texto: FAÇA TERAPIA ! A nossa saúde mental é muito valiosa.


Autor: Dr. Frederico Lobo - Médico Nutrólogo - CRM 13192 | RQE 11915



sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Aviso aos pacientes acima do peso - Texto elaborado pelo movimento Nutrologia Brasil

O texto abaixo foi elaborado em conjunto, com alguns membros do movimento Nutrologia Brasil, para entregarmos para nossos pacientes acima do peso (sobrepeso e obesidade) na primeira consulta.

1. O processo de dieta sempre terá altos e baixos. Infelizmente, no mundo atual, para se ter vida social, ocasionalmente o obeso pode sair do "script" de forma consciente e programada, sem métodos inapropriados de compensação (vômitos, uso de laxantes, dietas altamente restritivas e jejuns prolongados).

Uma vez iniciado um processo de emagrecimento, lembre-se que "chutar o pau da barraca" ou jacadas" por várias semanas, ou meses irá:

1) Alterar a sua taxa metabólica basal (seu metabolismo cairá); e

2) Desregular o sistema cerebral de regulação fome/saciedade

2. Com essa combinação acima, a longo prazo você tenderá a engordar cada vez mais. Portanto, a dica (que os maiores especialistas do mundo em obesidade) é: tente manter o foco na dieta ou na reeducação alimentar;

3. É preciso entender que adipócitos (células de gordura) não morrem, apenas esvaziam e reduzem de tamanho. Você deve evitar que eles se proliferem e voltem a armazenar gordura. Portanto, uma vez com obesidade ou sobrepeso; vigilância sempre será por toda a vida. Isso piora quanto mais alto foi o índice de massa corporal (IMC) atingido ao longo da vida. O paciente pode estar com a quantidade de gordura dentro da normalidade nos exames, mas a células de gordura ali persistem.

4. Tão importante quanto perder gordura é a manutenção ou ganho de massa magra (músculo). A perda de músculo é inerente a todo processo de emagrecimento, mas devemos tentar minimizar isso, principalmente através da prática regular de atividade física. 

5. É importante salientar que o papel da atividade física no emagrecimento é baixo quando analisado a curto prazo e no que se refere ao gasto calórico. Para se eliminar 1kg devemos gastar cerca de 7.500-8.000kcal. Em uma hora de caminhada perde-se 5,5kcal/minuto (pessoa de 60kg), cerca de 330kcal/hora. Se o indivíduo caminhar 22 dias no mês, ele consegue eliminar cerca de 1kg, caso mantenha a ingestão calórica abaixo do que o corpo utiliza. Ou seja, é uma perda pequena. ENTRETANTO a atividade física tem um papel muito importante na manutenção da perda de peso. Ou seja, quando o paciente perde peso e mantém a prática regular de atividade física, ele tende a evitar o reganho do peso. Além de atenuar a resposta adaptativa número 1 (citada abaixo). 

6. No processo de perda de peso há algumas alterações adaptativas. É como se fosse uma reação do corpo à perda de peso. Quais são essas reações?

Reação 1: Ele tende a reduzir o metabolismo (ou seja, você passa a queimar menos calorias ao longo do dia). O Dr. Bruno Halpern, um dos maiores estudiosos de obesidade no Brasil, afirma que para cada 1 kg de peso eliminado, o metabolismo pode reduzir em até 30 kcal. Ou seja, se perdeu 10kg, a taxa metabólica cairá 300kcal. 

Reação 2: Como compensação à perda de peso, ele aumenta o seu apetite em média 100kcal por cada 1 kg perdido. Ou seja, se eliminou 10 kg, ele te fará comer 1.000 kcal extras.

7. Existe uma teoria denominada Set Point, na qual os "obesólogos" perceberam que seu corpo, após atingir um determinado IMC, sofrerá alterações nutroneurometabólicas e que SEMPRE favorecerão que você retorne para o IMC máximo atingido ou um pouco acima.  Ou seja, efeito sanfona piora o prognóstico da obesidade. 

8. Estudos feitos com grande número de indivíduos mostraram que apenas 10% dos que perdem peso apenas com mudança do estilo de vida, ou seja, atividade física e dieta, conseguem sustentar o peso eliminado após 2 anos. Isso nos mostra que a obesidade é uma doença:

1) Crônica (tratamento por toda a vida e vigilância contínua); 

2) Recidivante (vai e volta, exemplo efeito sanfona); 

3) Com fortíssimo componente genético e que sofre múltiplas interferências ambientais, comportamentais; e

4) Que necessita de tratamento agressivo pois, na atualidade, é uma das doenças que mais se desdobra em múltiplas outras doenças. 

9. A farmacoterapia antiobesidade (utilização de medicamentos), tão abominada por alguns profissionais, na atualidade tem uma boa eficácia e um bom nível de segurança. Respeito a vontade do paciente em não utilizar medicações alopáticas, mas deixo claro o que há de científico na literatura. 

10. Muitos pacientes precisarão utilizar medicações por toda a vida, assim como hipertensos, diabéticos e depressivos tomam. Outros, talvez após um longo tempo de adaptação metabólica ao novo peso, conseguem reduzir as doses e até retirá-las.

11. Para cada quilo de peso perdido, o ideal é que o paciente fique 1 mês em manutenção (período que se inicia após todo o peso eliminado). Durante a fase de manutenção geralmente opta-se por manter a medicação.

12. Como se trata de uma doença de etiologia multifatorial, na prática percebemos que fatores emocionais possuem crucial importância na manutenção da obesidade e sobrepeso, sendo assim, o acompanhamento psicoterápico auxilia muito no processo. 

13. Melhores resultados são obtidos quando o paciente está inserido dentro de uma equipe multidisciplinar: Médico, Nutricionista, Psicólogo, Profissional da Educação física. 

Documento elaborado e assinado pelos integrantes Grupo de estudos Nutrologia Brasil

1.      Amanda Weberling – Médica Nutróloga– Vitória – ES

2.      Andrea Figueiredo – Médica Nutróloga – Palmas - TO

3.      Breno Rocha Coimbra – Médico Endocrinologista e Biomédico – Palmas – TO

4.      Bruno De Andrade – Médico Nutrólogo - – Rio de Janeiro - RJ

5.      Daniella Costa – Médica Nutróloga – Uberlândia - MG

6.      Delmir Rodrigues – Médico Endocrinopediatra, Nutrólogo pediátrico – Brasília - DF

7.      Diana Sá – Médica Endocrinologista – Brasília - DF

8.      Flavia Tortul – Médica Endocrinologista – Campo Grande - MS

9.      Frederico Lobo – Médico Nutrólogo – Goiânia - GO

10.   Gustavo Louzano – Médico Nutrólogo e Cirurgião Geral

11.   Haroldo Falcão – Médico Nutrólogo – Rio de Janeiro - RJ

12.   Jordana Rodrigues – Médica Endocrinologista – São José do Rio Preto – SP

13.   Juan Bernard – Médico Nutrólogo – Belo Horizonte - MG

14.   Karol Calfa – Médica Nutróloga – Vitória - ES

15.   Leandro Marques – Médico Nutrólogo – Goiânia – GO

16.   Leandro Figueiredo – Médico Nutrólogo – São Paulo – SP

17.   Leonidas Silveira – Médico Nutrólogo – Campos – RJ

18.   Lilia Godói – Médica Nutróloga – São Paulo - SP

19.   Mateus Dorneles - Médico Endocrinologista – Santa Maria - RS

20.   Natalia Jatene - Médica Endocrinologista – Goiânia - GO

21.   Patrícia Peixoto - Médica Endocrinologista – Campos – RJ

22.   Pedro Dal Bello – Médico Nutrólogo e Oncologista Clínico – São Paulo - SP

23.   Pedro Prudente – Médico do Esporte e Acupunturista– Goiânia - GO

24.   Priscila Abelha – Médica Nutróloga – Rio de Janeiro - RJ

25.   Rafael Leal – Médico Nutrólogo – Brasília - DF

26.   Reinaldo Nunes – Médico Endocrinologista e Nutrólogo – Campos - RJ

27.   Renata Mattar – Médica Cirurgiã geral – São Paulo - SP

28.   Rodrigo Costa – Médico Nefrologista e Nutrólogo – Goiânia - GO

29.   Samira Santos - Médica Endocrinologista – Campo Grande - MS

30.   Tatiana Abrão - Médico Endocrinologista e Nutróloga

31.   Yuri Galeno - Médico Endocrinologista – Natal - RN


Doutor, comer à noite engorda? Depende...



O texto abaixo foi escrito pelo Endocrinologista Dr. Bruno Halpern. Achei interessante repostar pois durante muitas décadas, principalmente nutricionistas, defendem que quando se trata de emagrecimento, o que importa é o volume calórico ingerido ao longo de todo dia.

Errada a informação não está, mas deve-se levar em conta o horário em que ingerimos os alimentos. Surgiu há algum tempo um ramo da Nutrição chamado Crononutrição. Nesse ramo estuda-se o papel dos alimentos no ciclo circadiano e vice-versa. Ou seja, o horário em que ingerimos determinados nutrientes importa. O ciclo circadiano pode alterar a forma que esses nutrientes são assimilados, metabolizados. Assim como os nutrientes podem alterar de forma indireta o ciclo circadiano. 

Assunto novo esse? Nem tanto. Antes de fazer Nutrologia, fiz pós em Medicina Tradicional Chinesa (2009-2011) e isso é algo que a Medicina Tradicional Chinesa há 5 mil anos fala. Não só a Medicina Chinesa como a Medicina Ayurvédica. As vezes, nós ocidentais, nos consideramos detentores da ciência e ignoramos o que práticas milenares pregam, por acharmos que são sem evidências. 

Com o passar das décadas, alguns dogmas caem por terra e nos levam a olhar com mais atenção para essas práticas milenares.

Na prática clínica, o que eu e meu nutricionista percebemos, é que a maioria dos pacientes com sobrepeso, sentem mais fome no período da tarde e noturno. Alguns com episódios de compulsão em um período crítico: 16h às 18h. E a predileção é principalmente por alimentos ricos em carboidratos simples e gorduras. Raramente por fontes de proteínas. 

O ajuste do plano alimentar, baseado em um recordatório alimentar de 24h e respeitando o ciclo circadiano, pode auxiliar no processo de emagrecimento. Redistribuir as calorias totais ao longo de 3 etapas, colocando uma quantidade menor no período noturno, pode potencializar resultados de alguns pacientes. É o que temos visto na nossa prática clínica. Mas nem todos os organismos funcionam da mesma maneira. Alguns precisa de um pouco mais de carboidrato no período noturno e isso é uma tentativa de erro e acerto. O nutrólogo e o nutricionista devem ser capacitados para saber manejar essas tentativas. 

Enfim, vale a pena a leitura do texto, pois as evidências da crononutrição sugerem que no período noturno o gasto energético para digerir os alimentos é menor. Além disso, alguns poucos trabalhos mostram que a sensibilidade à insulina é menor no período noturno. E além disso, na prática percebemos que a "fome emocional" é maior no período noturno. Mas isso é assunto para um longo post...




Há vários estudos que mostram que pessoas que concentram suas calorias à noite tem maior risco de obesidade, diabetes e outras doenças metabólicas, mas é sempre difícil saber se isto é uma relação de causa e efeito, isto é, comer à noite leva a essas doenças, ou é um fator de confusão, ou seja, quem come mais à noite pode também ter uma vida menos regrada, beber mais álcool, dormir pior, etc, e essa é a causa real da relação.
Muitos estudos tentam elucidar a essa questão avaliando parâmetros metabólicos em situações controladas e mostram que pode sim haver uma relação direta entre esses fatores.
Por exemplo, um estudo demonstrou que a mesma refeição, quando feita às 22:30, levava a um gasto energético de digestão (o chamado “efeito térmico da comida” ) 4% menor do que se feita às 18:30. Ou seja, comer mais tarde fez o corpo gastar menos energia para digerir a refeição. 4% parece pouco, mas pode ser significativo no longo prazo!

Além disso, muitos estudos em animais e alguns poucos em humanos também sugerem que quando comemos fora do nosso período ativo, o excesso de calorias não é corretamente armazenado como gordura e tende a se depositar em órgãos como fígado, músculo e coração, aumentando os riscos de diabetes e doenças cardíacas. É como se, à noite, o nosso aparato normal de armazenamento estivesse descansando, e assim, ao chegar comida, não há enzimas, hormônios e proteínas suficientes para levar essa gordura para o lugar certo!

Ainda há muito o que se estudar e aprender sobre o assunto em humanos, mas recomendar redução do consumo alimentar noturno a longo prazo é uma forma de promover saúde. Lembrando que excesso de calorias noturnas tb atrapalham o sono e sono ruim também está associado a ganho de peso é doenças metabólicas!

Referência:  McHill. Later circadian timing of food intake is associated with increased body fat. AJCN 2017.  https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5657289/

Autor: Dr. Bruno Halpern - Médico Endocrinologista e Metabologista. 

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

A Nutrologia é mal falada por vários médicos, quais as razões disso?

Nas últimas semanas tenho vivenciado algumas situações no consultório que merecem comentários. Vários pacientes contando que seus outros médicos criticam descaradamente condutas de Nutrólogos e desestimulam os pacientes a irem consultar com Nutrólogos. 

Mas por que isso ocorre? 

Primeiramente quero deixar claro que em partes, não tiro a razão de alguns médicos, mesmo os considerando ignorantes. Principalmente aqueles que vivenciaram ou vivenciam condutas absurdas adotadas por alguns ditos "Nutrólogos". 
A Nutrologia não é uma especialidade nova. Desde 1978 é uma especialidade médica reconhecida pela Associação Médica Brasileira. No Brasil só há duas formas de um profissional se tornar Nutrólogo, ou faz a residência de Nutrologia ou presta a prova de título da Associação Brasileira de Nutrologia.

A grande maioria dos profissionais que se dizem Nutrólogos (principalmente em redes sociais como instagram e facebook) na verdade não são Nutrólogos. Ou seja, propaganda enganosa e infração ética. Para saber se o profissional é Nutrólogo, basta digitar o nome dele aqui: https://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_medicos

Caso o médico seja realmente Nutrólogo, ele terá a especialidade registrada no Conselho Federal de Medicina e terá um número de registro de qualificação de especialista (RQE).

Sendo assim, como a grande maioria desses profissionais fingem ser Nutrólogos, vários médicos acreditam que o profissional X ou Y que diz ser Nutrólogo é realmente Nutrólogo. Não buscam saber da formação dos mesmos.

Mas além de usurparem um título que não lhes pertencem, tais profissionais muitas vezes praticam atos que não fazem parte do roll de procedimentos em Nutrologia. Como por exemplo: Modulação hormonal, prescrição de anabolizantes para fins estéticos ou em quem não tem déficit. E vários médicos por puro desconhecimento pensam que isso faz parte da Nutrologia. Isso não é Nutrologia.

O prato está feito para receber críticas. Os bons Nutrólogos então "pagam o pato" pelos que fingem ser Nutrólogos e algumas vezes até pelos que são Nutrólogos realmente. Sim, existem Nutrólogos que maculam a imagem da especialidade cometendo um festival de infrações éticas, tais como:
  1. Indicando farmácia de manipulação
  2. Prescrevendo anabolizantes para fins estéticos
  3. Solicitando exames sem validação científica ou que o Conselho Federal de Medicina não autoriza
  4. Vendendo produtos em seus consultórios
Ou seja, diante de tal cenário é até compreensível que os colegas desinformados julguem o todo pela parte. O caminho na busca pela moralização da Nutrologia é árduo, mas o movimento Nutrologia Brasil (que criei em 2014) lutará incansavelmente pela divulgação/propagação da verdadeira Nutrologia. Afinal, ignorância se combate com conhecimento. 

A Nutrologia é uma especialidade linda, que transforma vidas e que merece ser respeitada. 

Dr. Frederico Lobo - Médico Nutrólogo - CRM-GO 13192 - RQE 11915

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Pasteizinhos de carne na Airfryer

Semanalmente posto aqui as receitas de um instagram que gosto muito, o @cozinhadoedu



Pasteizinhos de carne na Airfryer
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👨🏻‍🍳Toda vez que fazemos alguma receita na Airfryer é natural compararmos o resultado com o método tradicional de fritura por imersão em óleo. O fato é que dá pra deixar as preparações mais saudáveis sem abrir mão do sabor e eu vou te contar alguns segredos.
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Receita:
✔️Para o recheio usei o que já tinha pronto em casa, carne moída refogada com alho e cebola e molho de tomate com azeitonas;
✔️Para os pasteis ficarem sequinhos é preciso usar a massa de tamanho pequeno, assim inflam mais facilmente;
✔️Coloco um pouquinho de recheio e um pedaço pequeno de queijo fresco no centro da massa;
✔️Passo um pouco de água em toda borda da massa e viro formando uma meia lua:
✔️Aperto com um garfo para fechar bem;
✔️Pincelo azeite sobre a massa e levo para Airfryer por aproximadamente 08 minutos ou até ficarem dourados (viro eles na metade do tempo);
✔️Além do tamanho da massa, outra dica importante é colocar os pasteis de pouco a pouco na Airfryer (no máximo 05 unidades).
✔️Dá para variar o recheio colocando frango refogado desfiado, só queijo, tomate, lagarto desfiado...

domingo, 18 de outubro de 2020

18 de Outubro - Dia do Médico - Reflexões e agradecimentos


Hoje, dia 18 de Outubro, dia do Médico, um colega endocrinologista (Dr. Bruno Halpern) postou os seguintes dizeres:
"Um estudo publicado no Reino Unido nos traz um dado interessante: manter o mesmo médico ao longo da vida está associado a menor mortalidade. Isto mesmo: aquelas pessoas que elegem um médico de confiança tem menores complicações ao longo da vida do que aqueles que pulam de médico em médico. Razões são muitas: continuidade no tratamento, evitando repetir estratégias que já não deram certo no passado; menor risco de interações medicamentosas perigosas, maior chance de rastreamento de doenças por médicos de confiança; maior adesão do paciente por confiar no médico, menos confusão com mensagens contraditórias, e outras. Claro q nem sempre existe causa e efeito: alguns vão a vários médicos por ter um problema de saúde grave, que necessita mais especialistas. Mas de toda forma, a pesquisa é interessante e faz todo o sentido. É comum receber pacientes confusos no meio de vários exames e prescrições de médicos diferentes, sem saber o q seguir ou quem confiar! Essa ideia é válida para a obesidade cujo tratamento sofre com a descontinuidade. É comum trocar de médico e tratamento rapidamente quando a perda de peso diminui, procurando novos caminhos. Isso é péssimo, pois é a senha para um "efeito sanfona", além de aumentar a chance de tratamentos repetidos, que não deram certo uma vez e não darão de novo."
O artigo que ele cita é esse:  Gray, et al. Continuity of care with doctors - a matter of life and death? A systematic revire of continuity of care and mortality. BMJ Open 2018 

Sendo assim, hoje parabenizo meus colegas, amigos e familiares. Mas acima de tudo, deixo um recado para você paciente: tenha um médico para chamar de "seu". Um médico que você possa confiar, que você possa pedir orientações e que ele possa te dar coordenadas. Infelizmente esse tipo de médico, na atualidade não está fácil de ser encontrado, principalmente em decorrência das sub-especializações. 

Mas há vários médicos bons (generalistas e especialistas), estudiosos e que exercem a Medicina com amor, seriedade, ética. O bom médico não será aquele que tem milhares de seguidores em redes sociais, que ostenta consultórios luxosos, que posta fotos mostrando o corpo definido. O bom médico será aquele que:
1º: Tem boa formação médica: sempre procure saber no site do Conselho Federal de Medicina se o sue médico é especialista e tem RQE na área que atua. 
2º: Tem caráter e é transparente com o paciente.
3º: Jamais vende ilusões para o paciente: tratamentos milagrosos, terapias sem embasamento científico. 
4º: Sabe a técnica mas mais do que isso, sabe ouvir e enxergar nas entrelinhas da fala do paciente. Ou seja, sabe acolher o paciente, analisar o que foi dito e só então tomar uma conduta. 
5º: Gosta de Medicina.
6º: Sente-se recompensado com o agradecimento do paciente. 
7º: Tem a sensação de dever cumprido quando vê o paciente melhorando.

E nesse 18 de Outubro só tenho a agradecer...

Agradecer pela oportunidade que trabalhar com algo que gosto.
Agradecer pela oportunidade de aprender com mestres e colegas, que assim como eu, gostam do que fazem.
Agradecer principalmente aos pacientes, pois sem vocês a gente não aprende. Medicina é teoria, mas o conhecimento só é validado quando posto à prova, ou seja, quando vamos para a prática. Não existe prática sem o paciente. Por isso, minha eterna gratidão a todos os pacientes que passaram pela minha vida. Com vocês que venho me tornando médico. Afinal, um médico nunca está 100% formado. O aprendizado é eterno. A gente começa na caminhada tendo que estudar muito e passa uma vida inteira tendo que estudar para atender a demanda. Para alguns, um esforço, para outros um prazer.
Brinco que apesar de ser de uma família com mais de 30 médicos, eu dei sorte. Dei sorte de amar o que faço.

Caí na Medicina de paraquedas. Queria trabalhar com fitoterapia e fazer Medicina na China. Meu pai (médico reumatologista) foi curto e grosso: vai ter que fazer antes Medicina! Assim o fiz e aí o poder da genética se manifestou rs. Eu vi que gostava de estudar aquilo. 

Hoje tenho certeza que se tivesse feito Publicidade e propaganda, Letras, Psicologia seria bom profissional, mas não sei se amaria tanto, quanto amo Medicina.

Por último e mais importante, agradeço a Deus por tudo.





segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Pizza rápida de pão folha

Semanalmente posto aqui as receitas de um instagram que gosto muito, o @cozinhadoedu



Pizza rápida de pão folha
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👨🏻‍🍳Se te uma coisa que eu amo na cozinha é praticidade. Chegar em casa cansado e preparar uma refeição gostosa bem rapidinho é tudo de bom. Se liga nessa "pizza" mega rápida e saborosa que preparei no pão folha.
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Receita:
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✔️Corte uma calabresa em rodelas finas;
✔️Aqueça uma panela com um pouquinho de azeite, junte a calabresa fatiada e deixe fritar;
✔️Junte uma cebola fatiada e aguarde murchar;
✔️Coloque uma lata de tomate pelado, mexa até misturar bem. Ajuste o sal e pimenta se necessário;
✔️Pegue um pão folha e coloque o molho de tomate com calabresa por cima;
✔️Cubra com queijo muçarela, tomate confit e um pouquinho de queijo parmesão;
✔️Finalize com orégano ou outras ervas de suas preferência;
✔️Leve ao forno pre aquecido por aproximadamente 10 minutos ou até derreter o queijo.
✔️O resultado é uma massa crocante e com recheio delicioso.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Pink Lemonade

Semanalmente posto aqui as receitas de um instagram que gosto muito, o @cozinhadoedu



Pink Lemonade
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👨🏻‍🍳A dica de hoje é um suco delicioso, facinho de fazer, com uma apresentação linda e rico em vitamina C, que ajuda melhorar a imunidade.
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Receita:
✔️Coloque no liquidificador 10 morangos já higienizados;
✔️ Acrescente caldo de 02 limões Taiti;
✔️Junte 500mL de água gelada;
✔️Bata tudo no liquidificador e acrescente adoçante à gosto;
✔️Na hora de servir, corte umas rodelas de limão e alguns morangos ao meio.
♦️Estas são medidas aproximadas, ideal sempre provar e ajustar conforme seu gosto.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Cebola caramelizada com molho shoyu

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Cebola caramelizada com molho shoyu
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👨🏻‍🍳 Ótima opção para acompanhar carnes e sanduíches. Dá uma turbinada no prato e super prático de preparar. Anota a receita aí:
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Receita:
✔️Corte a cebola (usei roxa) em meia lua;
✔️Aqueça uma panela e junte manteiga e as cebolas cortadas;
✔️Deixe em fogo baixo e vai mexendo até murchar bem;
✔️ Acrescente uma Pitadinha de sal;
✔️Quando já estiverem murchas, acrescente um pouquinho de açúcar mascavo;
✔️Junte também molho shoyu light à gosto.
✔️ Prontinho, só servir!
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♦️Dica
✔️Não corte as cebolas muito finas para não queimarem;

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Risoto de frango com pequi

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Risoto de frango com pequi
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👨🏻‍🍳Esse é o prato que preparamos juntos nos stories. Adorei a experiência, vou deixar o passo a passo salvo nos destaques e em breve atualizo a receita aqui também. Quero saber o que vocês acharam 😋😋
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Receita:
✔️Caldo: Refogue cenoura picada, cebola, cebolinha, cebola, e outros temperos de sua preferência com um pouquinho de azeite. Coloque alguns caroços de pequi (ou lascas), junte água e deixe ferver, não é necessário temperar;
✔️Em uma panela refogue cebola e alho, junte os caroços de pequi. Misture bem e acrescente um pouco de água. Deixe cozinhar bastante até a polpa começar a se soltar do fruto (se for usar as lascas em conserva não é necessário esse passo);
✔️Em outra panela refogue bastante cebola picadinha e posteriormente alho picado;
✔️Junte o frango em cubos já temperado (uso sal, pimenta do reino e páprica picante). Refogue bastante até ficar bem dourado;
✔️Coloque o arroz arbóreo e misture bem;
✔️Adicione palmito picado;
✔️Junte o pequi cozido (ou as lascas de pequi em conserva) e misture;
✔️Regue com um pouco do caldo de legumes peneirado e misture bem, sempre que tiver secando coloca mais um pouco. Aos poucos e mexendo sempre;
✔️Junte duas colheres de sopa de creme de pequi para deixá-lo mais cremoso e com uma cor mais viva;
✔️Quando o arroz estiver cozido, junte um pouco de queijo parmesão e uma colher de sopa de manteiga de leite. Misture bem, desligue o fogo e deixe a panela tampada por uns minutinhos;
✔️Finalize com queijo parmesão ralado e cebolinha picada.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Wrap integral com salmão e molho de hortelã

Semanalmente posto aqui as receitas de um instagram que gosto muito, o @cozinhadoedu
Nesse caso, eu que deia idéia do prato e auxiliei na foto.



Wrap integral com salmão e molho de hortelã
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👨🏻‍🍳Mais uma dica de receita saudável pra fazer na quarentena sem abrir mão do sabor
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Receita:
✔️Doure levemente lascas de salmão na frigideira com um pouquinho de azeite e manteiga. Reserve;
✔️Aqueça uma folha de wrap em frigideira antiaderente (usei da marca @wickbold);
✔️Coloque-o sobre uma superfície lisa;
✔️Coloque duas fatias de queijo muçarela ou outro de sua preferência;
✔️Coloque as lascas de salmão por cima;
✔️Junte cenoura ralada, alface e tomate picado (tempere com sal e pimenta do reino);
✔️Enrole apertando o recheio para ficar bem firme;
✔️Sirva com molho de hortelã (usei molho pronto Tar & Tar)

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Brownie Low carb


Receita elaborada por uma grande amiga de longa data, a professora de Yoga Claudia Sabbag. Vale a pena se inscrever no canal dela. Sempre postando receitas com comida de verdade, nutritivas e saborosas.

Ingredientes:
5 ovos
100g de ghee (manteiga clarificada sem lactose)
100g de chocolate de sua preferência
1/2 xícara de xilitol
20g de stevia com baunilha
1/2 xícara de oleaginosa de sua preferência
1 pitada de sal
1 colher de café de fermento químico p/ bolo
1 colher de café rasa de bicarbonato de sódio

Modo de preparo:
Pré-aqueça o forno a 180ºc
Misturar a ghee ao chocolate e levar ao banho maria
Aguardar a mistura derreter
Adicionar à mistura os ovos um a um
Adicionar, em sequência, o sal, o xilitol, a stevia, o bicarbonato, fermento, farinha de amêndoa e a castanha (ou outra oleaginosa).
Coloque a mistura em uma forma com papel manteiga
e leve ao forno por 20 a 25 minutos

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Batatas rústicas assadas

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Nesse caso, eu que deia idéia do prato e auxiliei na foto.



Batatas rústicas assadas
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👨🏻‍🍳 Batata é sempre um excelente acompanhamento né? Seja em purê, frita, cozida, assada... Dessa forma fica com uma casca sequinha e macia por dentro, o segredo é caprichar nos temperos.
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Receita:
✔️Lave bem as batatas, não é necessário retirar a casca;
✔️Cozinhe as batatas rapidamente para dar uma amolecida;
✔️Corte as batatas na metade e cada metade novamente ao meio;
✔️Tempere as batatas com bastante azeite e também sal, pimenta, páprica picante, chimichurri, tomilho e outros de sua preferência;
✔️Disponha as batatas em uma assadeira, afastadas uma da outra;
✔️Asse em forno alto pré aquecido até ficarem bem douradas
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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Fatores de risco modificáveis que podem auxiliar na prevenção de demências

Modificar 12 fatores de risco ao longo da vida pode retardar ou prevenir 40% dos casos de demência, sugere novo relatório. A publicação é uma atualização da Lancet Commission on Dementia Prevention, Intervention, and Care.

O texto original, publicado em 2017, identificou nove fatores de risco modificáveis que estimava-se que fossem responsáveis por um terço dos casos de demência. Nesta atualização a comissão acrescentou três fatores de risco modificáveis à lista.

"Nós reconvocamos a Lancet Commission on Dementia Prevention, Intervention, and Care de 2017 para identificar evidências de avanços que provavelmente terão o maior impacto desde nosso artigo de 2017", escreveram os autores.

O relatório de 2020 foi apresentado na Alzheimer's Association International Conference (AAIC) de 2020, que foi apresentada on-line por causa da pandemia de covid-19. O trabalho também foi publicado on-line em 30 de julho no periódico The Lancet.

Álcool, TCE e poluição

Os três novos fatores de risco acrescentados na atualização foram: consumo excessivo de álcool, traumatismo cranioencefálico (TCE) e poluição atmosférica.

Os nove fatores de risco originais eram: educação secundária incompleta; hipertensão; obesidade; perda auditiva; tabagismo; depressão; sedentarismo; isolamento social; e diabetes.

Estima-se que, juntos, esses 12 fatores de risco sejam responsáveis por 40% dos casos de demência no mundo.

"Nós sabíamos em 2017, quando publicamos nosso primeiro relatório listando os nove fatores de risco, que eles eram apenas parte da história e que vários outros fatores provavelmente estavam envolvidos", disse ao Medscape a primeira autora, Dra. Gill Livingston, médica e professora da University College London, no Reino Unido. "Nós agora temos mais dados publicados, com evidências suficientes" para justificar o acréscimo desses três fatores à lista, ela disse.

O relatório contém as nove seguintes recomendações para legisladores e indivíduos prevenirem o risco de demência na população em geral:

Manter a pressão arterial sistólica ≤ 130 mmHg a partir dos 40 anos de idade.
  • Incentivar o uso de aparelhos auditivos diante da perda auditiva, e reduzir a perda auditiva por meio da proteção dos ouvidos em relação a sons de alta intensidade.
  • Reduzir a exposição à poluição atmosférica e ao fumo passivo.
  • Prevenir a ocorrência de traumatismo cranioencefálico, focando particularmente em profissões de alto risco e nos meios de transporte.
  • Prevenir o abuso de álcool e restringir o consumo a menos de 21 unidades por semana.
  • Parar de fumar e ajudar outras pessoas a pararem de fumar – o que os autores destacam ser benéfico em qualquer idade.
  • Fornecer educação primária e secundária para todos.
  • Levar uma vida ativa na meia-idade (e depois dela).
  • Reduzir a obesidade e o diabetes.
O relatório também resume as evidências que dão suporte aos três novos fatores de risco de demência.

A traumatismo cranioencefálico costuma ser causado por acidentes de carro, moto ou bicicleta; participação em guerras ou manobras militares; prática de boxe, hipismo e outras atividades recreativas; uso armas de fogo; e quedas. O relatório observa que um único traumatismo cranioencefálico grave está associado em humanos e camundongos a uma doença com disseminação de tau hiperfosforilada.

O texto também cita vários estudos nacionais nos Estados Unidos que mostram que o traumatismo cranioencefálico está associado a aumento do risco de demência em longo prazo.

"Nós não estamos aconselhando que os esportes não sejam praticados, visto que fazê-lo é algo saudável. Mas estamos pedindo às pessoas que tomem precauções para se protegerem de forma adequada", disse a Dra. Gill.

Quanto ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o relatório informa que "estão surgindo cada vez mais evidências sobre a complexa relação entre o álcool e os desfechos de cognição e demência provenientes de diversas fontes, como detalhados estudos de coorte e grandes estudos analisando informações de bancos de dados".

Um estudo Francês, que incluiu mais de 31 milhões de indivíduos hospitalizados, mostrou que os transtornos por uso de álcool foram associados a um aumento de três vezes do risco de demência. No entanto, outros estudos sugeriram que um consumo moderado de álcool pode ser protetor.

"Nós não estamos dizendo que beber é ruim, mas estamos dizendo que é ruim beber mais de 21 unidades por semana", observou a Dra. Gill.

Quanto à poluição atmosférica, o relatório observa que, em estudos com animais, foi mostrado que partículas poluentes no ar aceleram processos neurodegenerativos. Além disso, pesquisas anteriores demonstraram que concentrações elevadas de dióxido de nitrogênio (partículas finas presentes no ambiente resultantes da exaustão do tráfego e da queima residencial de madeira) estão associadas ao aumento da incidência de demência.

"Embora seja necessária uma política internacional para redução da poluição atmosférica, as pessoas podem tomar algumas atitudes para reduzir o próprio risco", disse a Dra. Gill. Por exemplo, ela sugeriu evitar caminhar próximo a ruas com tráfego intenso e preferir caminhar "em ruas mais afastadas, se possível".

Perda auditiva

Os pesquisadores avaliaram o quanto cada fator de risco contribui para a demência, o que foi expresso pela fração atribuível populacional (FAP). A perda auditiva teve o maior efeito, respondendo por estimadamente 8,2% dos casos de demência. A seguir, vieram o baixo grau de instrução em jovens (7,1%) e tabagismo (5,2%).


A Dra. Gill observou que as evidências de que a perda auditiva é um dos fatores de risco de demência mais importantes são muito fortes. Novos estudos mostram que corrigir a perda auditiva com aparelho acaba com qualquer aumento do risco.

A perda auditiva "tanto tem um elevado risco relativo de demência como é um problema comum, contribuindo então com uma quantidade significativa de casos de demência. Isso é algo que de fato podemos reduzir de forma relativamente fácil ao incentivarmos o uso de aparelhos auditivos. Eles precisam se tornar mais acessíveis, mais confortáveis e mais aceitáveis", ela disse.

"Isso pode fazer uma grande diferença na redução de casos de demência no futuro", acrescentou a Dra. Gill.

Outros fatores de risco cujas evidências estão cada vez mais fortes desde a publicação do relatório em 2017 são pressão arterial sistólica alta, interação social e acesso a educação no início da vida.

A Dra. Gill observou que o ensaio clínico SPRINT MIND mostrou que estabelecer 120 mmHg como alvo para a pressão arterial sistólica reduziu o risco de declínio cognitivo leve no futuro.

"Antes, acreditávamos que o alvo fosse < 140 mmHg, mas agora estamos recomendando < 130 mmHg para reduzir os riscos de demência", ela disse.

Evidências sobre interação social "têm sido muito consistentes, e agora temos mais certeza disso. Hoje está bem estabelecido que aumentar a interação social na meia-idade reduz a ocorrência de demência mais tarde", disse a Dra. Gill.

Sobre os benefícios da educação nos jovens, ela pontuou que já se sabe há algum tempo que a instrução de indivíduos com menos de 11 anos de idade é importante para reduzir a demência no fim da vida. No entanto, agora pensa-se que a instrução até os 20 anos de idade também faça diferença.

"Embora manter o cérebro ativo quando se é mais velho tenha alguns efeitos positivos, aumentar a atividade cerebral em pessoas jovens parece ser mais importante. Isso provavelmente se deve à maior plasticidade do cérebro no jovem", disse.

Sono e alimentação

Dois fatores de risco que não entraram na lista foram alimentação e sono.

"Embora muitos dados tenham sido publicados sobre nutrição e sono em relação à demência nos últimos poucos anos, nós não achamos que se acumulou evidências suficientes para incluí-los na lista de fatores de risco modificáveis", disse a Dra. Gill.

O relatório cita estudos sugerindo que, tanto o excesso como a falta de sono estão associados a aumento do risco de demência, o que, segundo os autores, não faz "sentido em termos biológicos".

Além disso, outros fatores de risco subjacentes relacionados com o sono, como depressão, apatia e diferentes padrões de sono, podem ser sintomas de demência precoce.

Mais dados foram publicados sobre alimentação e demência, "mas não existe um déficit de vitaminas individual associado a doença. As evidências são claras sobre isso", disse a Dra. Gill.

"Dietas como a Mediterrânea ou Nórdica provavelmente podem fazer diferença, mas não parece haver nenhum elemento em particular que seja necessário", observou ela.

"Nós apenas recomendamos manter uma alimentação saudável e um peso adequado. A dieta está muito conectada a circunstâncias econômicas, então é muito difícil de separá-la como um fator de risco. Nós achamos que está associada, mas não estamos suficientemente convencidos para colocá-la no modelo", acrescentou a pesquisadora.

Dentre as outras importantes informações disponibilizadas desde 2017, a Dra. Gill destacou novos dados mostrando que a demência é mais comum em populações menos privilegiadas, incluindo negros e grupos étnicos minoritários, e em países de baixa e média rendas.

Embora a demência seja tradicionalmente considerada uma doença de países de alta renda, agora foi mostrado que esse não é o caso.

"Pessoas em países de baixa e média rendas estão vivendo mais tempo, e assim evoluindo mais com demência, e elas têm maiores taxas de muitos outros fatores de risco, incluindo tabagismo e baixo grau de instrução. Existe um grande potencial para prevenção nesses países", disse a Dra. Gill.

Ela também destacou novas evidências mostrando que pacientes com demência não evoluem bem quando admitidos no hospital. "Então precisamos fazer mais para mantê-los bem em casa", ela disse.

Recomendações sobre covid-19

O relatório também tem uma seção sobre a covid-19. O documento indica que pacientes com demência são particularmente vulneráveis à doença por conta da idade, presença de múltiplas comorbidades e dificuldade de manter o distanciamento social.

Certidões de óbito registradas no Reino Unido indicam que demência e doença de Alzheimer foram as doenças subjacentes mais comuns, presentes em 25,6% de todos os óbitos envolvendo a covid-19.
A situação é particularmente preocupante em casas de repouso. Em um estudo norte-americano, pessoas com demência institucionalizadas corresponderam a 52% dos casos de covid-19 e contabilizaram 72% de todos os óbitos (aumento do risco de 1,7), de acordo com a comissão.

Os autores recomendam medidas de saúde pública rigorosas, como equipamento de proteção individual e higiene, não mover a equipe ou os residentes entre diferentes lares e não admitir novos residentes caso o status para covid-19 não tenha sido identificado. O relatório também recomenda que as equipes sejam testadas com regularidade e o fornecimento de oxigenoterapia domiciliar para evitar hospitalizações.
Também é importante reduzir o isolamento ao fornecer o equipamento necessário para os familiares, e oferecer um breve treinamento sobre como protegerem a si próprios e aos outros da covid-19, assim eles podem visitar seus parentes com demência em instituições com segurança quando for permitido.

"Revisão mais abrangente até o momento"

A Alzheimer's Research UK elogiou o novo relatório. "Essa é a revisão mais abrangente sobre risco de demência até o momento, construída com base no trabalho prévio da comissão e seguindo adiante", disse a Dra. Rosa Sancho, Ph.D., chefe de pesquisa da instituição filantrópica.

"Esse relatório destaca a importância de agir no âmbito pessoal e das políticas públicas para reduzir o risco de demência. Com o Alzheimer's Research UK's Dementia Attitudes Monitor mostrando que apenas um terço das pessoas acreditam ser possível reduzir o próprio risco de demência, claramente existe muito a ser feito para aumentar a conscientização das pessoas sobre as medidas que podem ser tomadas", disse a Dra. Rosa.

Ela acrescentou que, embora não exista "uma forma certeira de prevenir a demência", a melhor maneira de manter o cérebro saudável conforme ele envelhece é o indivíduo permanecer física e mentalmente ativo, ter uma alimentação balanceada, não fumar, beber dentro dos limites recomendados e manter o peso, os níveis de colesterol e a pressão arterial dentro dos conformes. "Diante da ausência de tratamentos capazes de desacelerar ou impedir a demência, ações para reduzir esses riscos são parte importante da nossa estratégia para enfrentar a doença", disse a Dra. Rosa.

A Lancet Commission é apoiada pelo University College London, pela Alzheimer's Society UK, pelo Economic and Social Research Council e o Alzheimer's Research UK, que financiaram passagens, acomodações e alimentação para o encontro da comissão, mas não tiveram participação na redação do documento ou na decisão de submetê-lo para publicação.

Primeiro de Setembro - Dia do Médico Endocrinologista e do Profissional da Educação física

Ontem foi comemorado o dia desses dois grandes profissionais. E é uma honra pra mim homenagear ambos. Minha relação com a Endocrinologia é antiga. Metade da minha faculdade eu quis ser Endocrinologista. Meu currículo quase todo durante a graduação foi pautado em publicar trabalhos relacionados à área de Endocrinologia. Minha monografia durante a graduação foi com tema de endocrinologia. E a da pós de Nutrologia também foi de forma indireta relacionadas à Endocrinologia (Vitamina D e Diabetes mellitus).

Admiro muito endócrino, gosto de estudar fisiologia hormonal, mas como Nutrólogo não me sinto seguro e muito menos habilitado para prescrever hormônios. Bato sempre nessa tecla, pois acho que devemos respeitar quem tanto estuda determinado assunto. Consigo fazer investigações de déficits? Sim, mas a prescrição acho que deve ser reservada ao endocrinologista. Tenho grandes amigos endocrinologistas e trabalho em parceria com eles. Acho endócrino legal, mas minha paixão é a Nutrologia. Eu gosto de estudar doenças Nutricionais. Prescrever Nutrientes e acompanhar o quão fabuloso é o impacto dos nutrientes na saúde humana. 

O Endocrinologista é o profissional que estuda as pequenas substâncias que regem a humanidade rs. O Nutrólogo é o médico que estuda as pequenas substâncias que nutrem os seres vivos. Ambos se complementam. 

Graças a Deus que consigo trabalhar em harmonia com a maioria dos endocrinologistas que atendem meus pacientes.Dizem as más línguas que Endócrino não gosta de Nutrólogos. Talvez porque muitos Nutrólogos invadam a área da Endocrinologia ou por pura ignorância, da real função do Nutrólogo. Já que hoje, criou-se um mito de que a função do Nutrólogo é tratar obesidade, hipertrofia muscular e prescrever hormônios. Grande engano! Obesidade corresponde a apenas uma parcela das doenças que tratamos. Muitos Nutrólogos como eu, sequer tratamos a parte de hipertrofia muscular em indivíduos saudáveis ou trabalhamos com melhora de performance em atletas. Tem Nutrólogo para todos os gostos.

Já os profissionais da Educação física arrumam "confusão" com médicos Ortopedistas, Físiatras, Médicos do Esporte e até mesmo com Nutrólogos. Mas nós não vivemos sem o trabalho de vocês. Eles são peça fundamental nesse quebra-cabeça que é a busca por mais vitalidade, funcionalidade e saúde. Auxiliam na reabilitação, prevenção e tratamento de inúmeras doenças. Valorizem-se cada dia mais, é essa a dica que dou para vocês. Tenho uma admiração pelo trabalho de vocês e por isso o meu Nutricionista (Rodrigo Lamonier) que atende junto comigo, também é graduado em Educação Física. Assim ele consegue orientar melhor nossos pacientes quando o assunto é atividade física. 


Parabéns a esses profissionais !

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Espaguete de cenoura e abobrinha verde com carne moída .

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Espaguete de cenoura e abobrinha verde com carne moída

👨🏻‍🍳Esse é uma clássico das receitas fitness, leva o nome de espaguete só pelo formato alongado mesmo. O fato é que a combinação de cenoura e abobrinha verde refogadas fica uma delícia. Com carne moída então, é melhor ainda. Vou te contar os segredos desta receita. Anota aí:
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Receita:
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✔️Com ajuda de um ralador, rale os legumes no sentido longitudinal, fazendo tiras longas;
✔️Tempere com sal e pimenta do reino;
✔️Deixe uma frigideira bem aquecida, e refogue aos poucos a cenoura e depois a abobrinha;
✔️Não precisa mexer muito, é só o tempo de murcharem. Se deixar demais fica muito mole e com aspecto grudado e não fica legal;
✔️ Faça o mesmo processo com a abobrinha;
✔️Quando já estiverem refogadas, misture as duas em uma panela e adicione carne moída já preparada com molho de tomate .
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31 de Agosto - Dia do Nutricionista



Parabéns a todos os Nutricionistas pelo seu dia.

Especialmente para aqueles que exercem uma Nutrição com amor, acolhimento e conseguem trabalhar de forma harmônica com Nutrólogos. Minha gratidão a todos os nutricionistas que trabalharam e trabalham comigo.
@carolmoraisnut minha eterna ex-sócia e que me ensinou muito do que sei.
@moreira.isis minha afilhada que virou uma águia gigante ao seguir as batidas do próprio coração.
@rodrigolamoniernutri meu afilhado que virou meu braço direito e não me vejo mais exercendo a Nutrologia sem ele, lado a lado na consulta. 
@franciele.martins17 minha nutri no ambulatório de Nutrologia no SUS, que divide comigo as dificuldades de se praticar nutrição e nutrologia na saúde pública. 

E a todos aqueles que passaram e ainda passam pela minha vida. 

Atenção: o Parabéns não se estende aos Nutricionistas que desencadeiam transtornos alimentares/psiquiátricos em seus pacientes.Nem a aqueles que ficam ferindo o código de ética. Que exibem paciente como troféu, que prescrevem medicamentos e postam foto de antes e depois.

Nutricionista tem que trabalhar em prol da vida, da saúde, da cura.